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Pajero Sport 2021 chega com novidades e muita tecnologia


30 de junho de 2020 l Atualizada em - 30 de junho de 2020 às 16:40

Para quem gosta de carro grande, sofisticado e caro a nova Mitsubishi Pajero Sport é um prato cheio. Com o topo de linha custando acima de R$ 315 mil dá para fazer aquela invejinha ao vizinho que gosta de se gabar.

Com novidades na carroceria e muita tecnologia embarcada, a linha 2021 quer bater de frente com suas principais rivais: Toyota SW4 e a Chevrolet Trailblazer. Fôlego para isso ela tem!

As principais mudanças começam na parte da frente com a a grade de entrada de ar, envolvida pelo novo pára-choque. Os faróis também foram redesenhados, agora em LED e ganharam o sistema AFS (Adaptive Front Lighting System), que direciona o feixe de luz em acordo com o esterço da direção, aumentando a segurança em curvas.

A traseira também passou por mudanças, as lanternas foram redesenhadas e afora estão menores, localizadas acima do pára-choque e o aerofólio foi renovado e antena também que agora é do tipo tubarão.

A Pajero Sport 2021 vem agora em duas versões, a HPE e HPE-S custando R$291.990 e R$ 318.990, respectivamente. Para a versão HPE existe um pacote de opcionais que oferece teto solar e sistema ACC (Adaptive Cruise Control) e custa R$ 8.000,00.

De acordo com o UOL Carros, mudanças tecnológicas enriqueceram a Pajero Sport, como por exemplo o sistema Remote Control, que permite ao motorista conectar seu smartphone e executar diversas funções remotamente como como acionar a abertura da tampa elétrica do porta-malas, verificar a abertura dos vidros, trancar as portas ou mesmo acender os faróis de LED. A central multimidia tem agora tela de oito polegadas sensível ao toque com conexão por Android Auto e Apple CarPlay.

Com relação à motorização, as duas versões da Pajero Sport tem motor 2.4L turbo diesel, injeção direta, que desenvolve 190 cv de potência e 43,9kgfm de torque, já disponível em baixas rotações. A transmissão é automática de oito velocidades e oferece troca manual através de padre shifts atrás do volante.

Continua oferendo o sistema Super Select 4WD-II de quatro modos distintos de utilização, tanto para estradas, pisos irregulares, terrenos acidentados ou de rocha, areia ou lama. Continua com o sistema de bloqueio do diferencial do eixo traseiro, possibilitando superar obstáculos.No quesito segurança, a Pajero oferece sete airbags, dois dianteiros, dois laterais, dois de cortina e um para joelho do motorista.

A Pajero 2021 está disponível em seis cores diferentes de carroceria, incluindo o Branco Diamond e Cinza Graphite.

Carro ou triciclo? Solo é veículo para apenas um ocupante

Cada vez mais projetos de veículos elétricos que buscam solução para o caótico trânsito de veículos nas grandes cidades vão surgindo aos montes. Alguns com pinta de que terão futuro. Outros já não. No início do mês GARAGEM mostrou o carro chinês que, de tão pequeno, é entregue numa caixa. Agora você vai conhecer o SOLO um elétrico canadense que parece carro, mas também pode ser um triciclo!

Um canadense 100% elétrico, com proposta e visual diferentões. Esse é o SOLO da montadora ElectricaMeccanica, um carrinho de três rodas que leva só um passageiro e vai desembarcar primeiro nos EUA com a ambição de criar tendência em meio aos grandalhões que dominam o mercado norte-americano. Uma opção que vem forte na crescente onda da micromobilidade.

O veículo tem autonomia de 160 quilômetros. O motor elétrico desenvolve cerca de 53 CV que entrega uma velocidade máxima de 130Km/h. A bateria para ser recarrega por completo leva em torno de duas horas e meia. O preço sugerido inicialmente é de 18,5 mil dólares.

E por qual motivo a estreia do carrinho será nos Estados Unidos? Por que alguns estados dão incentivos a pessoas que optam por carros elétricos. Os valores partem de 500 e chegam a 2.500 dólares.

Lei Seca completa 12 anos em meio a debate sobre flexibilização do CTB

Um dos marcos legais de enfrentamento e controle dos acidentes de trânsito no Brasil, a chamada Lei Seca, completa 12 anos no momento em que a Câmara dos Deputados volta a revisar as regras estabelecidas pelo Código de Trânsito Brasileiro (CTB). Reconhecida como uma das legislações mais rigorosas em vigor no mundo, a Lei 11.705/2008 foi responsável por poupar mais de 40 mil vidas entre 2008 e 2016, segundo estudo da Escola Nacional de Seguros.

Para o diretor científico da Associação Brasileira de Medicina de Tráfego (Abramet), Flávio Adura, trata-se de um tema que segue atual, como “uma bandeira que não podemos deixar enfraquecer”. Segundo o médico, o consumo de álcool por motoristas ainda é alto e há muito a ser feito para uma aplicação ainda mais firme da legislação.

“Os efeitos da bebida alcoólica na condução de veículos são inúmeros, causando um impacto significativo e crescente na morbimortalidade por acidentes de trânsito. Qualquer quantidade de ingestão alcoólica pode prejudicar a direção veicular e a segurança de trânsito. O álcool afeta negativamente essa segurança em três aspectos: sobrevivência, performance e comportamento”, completa José Montal, também diretor da Abramet.

A Lei Seca é considerada um dos mais importantes instrumentos brasileiros para reduzir a violência nas ruas e estradas do País, ao estabelecer penas severas para os motoristas  flagrados alcoolizados, modificando o limite aceito de alcoolemia do condutor de veículo automotor, de RIGOROSIDADE0,6 gramas de álcool por litro de sangue (estabelecido pelo Código de Trânsito em vigor), para zero.

A lei prevê que o motorista que exceder este novo limite fica sujeito ao pagamento de multa, perda do direito de dirigir pelo prazo de um ano e apreensão do veículo. Além disso, se a taxa de alcoolemia for superior a 0,6 gramas de álcool por litro de sangue, estará sujeito detenção, de seis meses a três anos.

Aperfeiçoamento

Desde que foi editada, a Lei 11.705/2008 sofreu alterações, aprofundando regras que já eram duras para a realidade nacional. A primeira delas foi em 2012, quando a Lei nº 12.760 estabeleceu pena de detenção, multa e suspensão ou cassação da habilitação aos motoristas que conduzam o com “capacidade psicomotora alterada em razão da influência de álcool ou de outra substância psicoativa”.

Em 2016, a Lei nº 13.281 também passou a considerar infração gravíssima, com valor pecuniário multiplicado por dez, a recusa do condutor a ser submetido a teste, exame clínico, perícia ou outro procedimento que permita certificar influência de álcool ou outra substância psicoativa. No ano seguinte, com o advento da Lei nº 13.546/2017, foi incorporado ao CTB a previsão de pena de reclusão de cinco a oito anos para o condutor que praticar crime culposo na direção de um veículo automotor sob a influência de álcool ou qualquer outra substância psicoativa que determine dependência.

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