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RAV4 é um SUV BBE: Bom, Bonito e Econômico para rodar na cidade


30 de julho de 2019 l Atualizada em - 30 de julho de 2019 às 15:26

Em sua nova geração, o utilitário esportivo médio Toyota RAV4 ganhou linhas mais agressivas e despojadas, além do sistema híbrido que você não encontrará em nenhum dos principais rivais. Mas será que vale a compra?

Pode-se dizer que o SUV japonês mudou de caráter. O modelo que sempre foi uma escolha racional – nas palavras dos donos – se torna um carro híbrido. A categoria ainda sofre um pouco de preconceito no mercado brasileiro, única e exclusivamente pelo fato de ser uma novidade. Neste quesito, fica claro que o Toyota RAV4 será o primeiro híbrido de muita gente.

A ergonomia continua excelente. Os bancos de couro são muito confortáveis, contando com ajustes elétricos para motorista e passageiro. Graças ao bom entre-eixos de 2,69 m, o  motorista se sente à vontade para colocar o assento para trás sem comprometer o espaço para os passageiros do banco traseiro. O habitáculo também agrada com cluster parcialmente digital e o volante multifuncional.

Além disso, o acabamento é de tirar o chapéu. A Toyota caprichou no revestimento macio que cobre todo o painel e as quatro portas. É como se o RAV4 estivesse passando um recado para os SUVs mais caros, como BMW X3 e Volvo XC60. Todos materiais são texturizados e de ótima qualidade. Entre outros itens de conveniência, podemos destacar a chave presencial e abertura elétrica do porta-malas de 580 litros com sensor de aproximação. A parte de segurança é um verdadeiro show, com sete airbags, câmera de ré, sensor de estacionamento, controle de estabilidade e assistente de subida em rampa.

O uso combinado dos motores proporciona bons números de consumo. De acordo com o Inmetro, o RAV4 pode aferir 14,3 km/l na cidade e 12,8 km/l na estrada, sempre com a combinação entre gasolina e eletricidade.

 

Troca de óleo: item importante na manutenção do seu carro

Nunca é demais lembrar que o óleo, além de lubrificar, limpa as superfícies internas do motor e garante seu bom desempenho. Mesmo assim, tem gente que comete erros comuns ao trocar o produto. Ou então leva o carro ao posto de gasolina – que muitas vezes não tem o preparo ideal para fazer o serviço, nem se preocupa em inspecionar como está sendo feita a troca. Para que você não caia nessa armadilha, mostramos a seguir os principais perigos na hora de substituir o lubrificante.

Passar o prazo de troca

espeitar os prazos (intervalos de 5.000 km ou 10.000 km, conforme o fabricante) não é excesso de zelo. O óleo se contamina e oxida com o passar do tempo. Sendo assim, utilizar o produto além do período recomendado pela montadora pode levar à formação de borra e comprometer a capacidade de lubrificação das peças internas do motor, com aumento de atrito e desgaste precoce.

Só completar

O ideal é sempre fazer a troca completa. O ato de completar, mesmo que seguindo a mesma especificação, acaba por misturar óleo novo com usado. Nesse processo, haverá contaminação, o que pode comprometer a eficácia do óleo, pois a mistura resultante é um lubrificante misto, muito diferente dos dois originais. Caso seja inevitável completar, o recomendado é que seja feito com produto de mesma marca e, assim que possível, todo o lubrificante seja substituído.

Colocar aditivos

É jogar dinheiro fora, além de comprometer as propriedades do lubrificante. O óleo já tem, em sua composição, um pacote de aditivos.

Misturar mineral com sintético

O correto é nunca misturar o óleo, mas em situações de emergência (como um vazamento) é possível misturar marcas diferentes quando não houver o mesmo lubrificante. Mas eles devem sempre ter a mesma base (sintético, semissintético ou mineral), a mesma viscosidade e o mesmo grau API e SAE. Caso contrário, pode prejudicar a eficiência da lubrificação e gerar sérios riscos ao motor.

Troca por sucção

A agilidade se tornou o principal cartão de visita das trocas de óleo por sucção (ou a vácuo). Tanto que até autorizadas oferecem o serviço, que demanda entre 4 e 5 minutos – contra o mínimo de 20 minutos do tradicional, por gravidade. Os especialistas em lubrificantes não condenam a prática, mas dizem que ela exige muito cuidado. Pela sucção através da vareta de nível, sempre irá ficar uma quantidade residual do óleo antigo.

Filtro

Os especialistas recomendam as trocas simultâneas do óleo e do filtro, senão o novo produto pode carregar as impurezas retidas para dentro do motor novamente. O filtro sempre conserva no seu interior um volume residual de óleo oxidado, que contamina o volume de óleo novo, tendendo a acelerar seu processo de envelhecimento.

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